terça-feira, 21 de maio de 2013

Conheça os benefícios de uma alimentação sem carne

Conheça os benefícios de uma alimentação sem carne
Hoje em dia a busca por fórmulas que garantam mais qualidade de vida em meio ao caos cotidiano está maior e, em consequência dessa procura, o número de adeptos às dietas vegetarianas está crescendo cada dia mais. Pelo menos é o que afirma os últimos dados publicados pelo Ibope - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, no qual mostra que 17,5 milhões de brasileiros, cerca de 9% da população não colocam carne no seu prato.

É isso mesmo que você leu, esse não tão pequeno grupo não se alimenta de nenhum tipo de proteína animal.
Mas, será que é possível ter uma alimentaçãobalanceada apenas à base de proteínas vegetais? De acordo com a nutricionista Flávia Morais, "Estudos mostram que uma dieta vegetariana diminui o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e câncer, mas para isso, é necessário que a alimentação seja equilibrada e variada", aconselha. Portanto, para se ter um cardápio vegetariano saudável deve-se substituir a gordura saturada pela insaturada, tomar cuidado com o excesso de carboidratos refinado, doces e frituras, comer bastante fibra - encontrada nos grãos integrais e hortaliças, além de optar por alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais, como as frutas e verduras.
Para aqueles que querem eliminar as carnes do cardápio, a nutricionista destaca a importância de se consumir a quantidade diária necessária de proteínas e aponta que elas podem ser facilmente encontradas na soja e derivados, quinua, amaranto, chia, leguminosas, cereais integrais, frutas oleaginosas e alimentos rico em ferro, cujos exemplos de fontes de origem vegetal são as folhas verde escuras, feijões e algas marinhas. "O corpo absorve menos o ferro encontrado em alimentos de origem vegetal, por isso a vitamina C ajuda a potencializar a absorção", completa Flávia.
Agora, se você já não é muito fã de carne, mas anda preocupada em continuar com a dieta vegetariana pois não sabe se ela também pode ser uma opção para gestantes ou crianças, a nutricionista lembra que nesses períodos as necessidades nutricionais aumentam, ou seja, a atenção deve ser redobrada e é necessário que a dieta seja acompanhada por profissional, para que se elabore o plano alimentar adequado, bem como, sejam indicados suplementos, caso necessário. O acompanhamento também se faz necessário quando o vegetariano pratica atividade física para evitar danos à sua saúde.
A nutricionista ainda ressalta que existem algumas variações na alimentação vegetariana, como os lactovegetarianos, que incluem no cardápio leite e derivados, os ovolactovegetarianos, que comem também ovos e os vegans, que excluem todos os alimentos de origem animal do cardápio. No entanto, segundo Flávia, os adeptos do veganismo precisam suplementar a alimentação com ferro, vitamina B12 - encontrada principalmente na carne - e o ômega 3. Ela ainda ressalta que, ao optar por essa dieta, o interessante é fazer exames de sangue rotineiramente a fim de identificar se há alguma deficiência nutricional ou mesmo a necessidade do uso de suplementos alimentares.
Por Paula Perdiz


Juline Macedo - 5°semestre de Ciências Biológicas

sábado, 18 de maio de 2013

Para equilibrar energia é preciso cuidar de mente, corpo e espírito

Já notou que na história de praticamente todos os Grandes Homens e Mulheres ligados à espiritualidade, nas mais diversas tradições da humanidade, sempre há uma narrativa sobre o deserto e a montanha?

Você precisa de muita energia para atravessar “o deserto” e subir a “montanha”.

Há períodos de “aridez” e “escalada” na vida de todos nós. Para vencê-los, precisamos associar energia física, mental e espiritual.

Há uma antiga expressão latina que diz mens sana in corpore sano ("mente sã em corpo são"). Somos um todo, mente, corpo e espírito precisam estar alinhados para atingirmos a nossa melhor performance.

Todos os grandes atletas, artistas e gênios da humanidade sempre foram unânimes em afirmar que precisamos estar de “corpo e alma” naquilo que fazemos para fazê-lo bem.

Tudo que existe precisa de nutrição para continuar a existir. Precisamos nutrir o corpo, a mente e a alma se quisermos possuir a energia necessária para vencer todos os obstáculos.

Não despreze as necessidades do corpo, cedo ou tarde, ele cobrará o seu preço. Um corpo sem energia pode não impedir você totalmente de todas as realizações, mas seguramente, tornará muito mais difícil atingi-las. Uma mente exaurida, desnutrida não consegue manter-se ativa e focada por muito tempo. E um espírito afastado da luz perde seu próprio brilho.

Lembre–se de alimentar seus três tipos básicos de existência: físico, mental e espiritual.

Para cuidar do físico lembre-se das palavras de Hipócrates, o pai da medicina ocidental: “Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio"

Cuide da sua nutrição. A nutrição funcional (nutrição que utiliza alimentos na prevenção de doenças) será uma poderosa aliada na cura de muitos problemas de saúde e na obtenção de níveis superiores de energia para ir em busca de seus sonhos. Como diz a nutricionista funcional, Dra. Juliana Geraix: “Não existe dieta, apenas mudanças no estilo de vida.

Atividade física também é fundamental, você não precisa ser uma atleta, mas precisa que todos os seus sistemas funcionem muito bem. Exercícios aeróbicos, um pouco de fortalecimento muscular e muito alongamento estão entre os melhores investimentos que você pode fazer. Além de procurar ter um sono de qualidade (é preciso aprender a dormir).


Cuide da mente 

O novelista americano F. Scott Fitzgerald (1896-1940) propunha que uma mente é superior quando possui a habilidade de manter duas ideias opostas, simultaneamente, e continuar funcionando sem paralisar-se pelo paradoxo.

Nossa mente possui capacidade ideoplástica – nossos pensamentos assumem formas, se exteriorizam e criam aspectos da realidade ao nosso redor.

Quanto mais alimentamos a mente, mais ela é capaz de superar-se. Se ensinarmos uma coisa inteiramente nova para duas pessoas, uma com pouco conhecimento e outra com muito conhecimento, a que sabe mais sobre mais coisas, aprenderá primeiro. Seu cérebro possui mais conexões neurais e maiores possibilidades de associação.

A meditação e o relaxamento são maravilhosos remédios para a mente e, associados à busca constante por conhecimento, leitura e solução de problemas, continuam sendo a melhor maneira de manter nossa energia mental em alta.




Cuide do espírito

Albert Einstein dizia: “Minha religião consiste em uma humilde admiração do ilimitado espírito superior que revela a si mesmo nos mínimos detalhes que somos capazes de perceber com nossas frágeis e débeis mentes”

Nossa existência não possui apenas características passíveis de explicação somente pela ciência ou pela lógica formal. Independente de qualquer vinculação a essa ou aquela doutrina religiosa, as repercussões da força espiritual, ético/moral do Homem são inegáveis.

Experiencie o poder da oração e suas repercussões e comprove, por si mesmo, a fantástica característica transcendente de sermos humanos conectados à fonte da vida.

Amor, Entusiasmo e Fé são os verdadeiros remédios para a alma, nenhum mal pode resitir à ação conjunta desses gigantes.
Dedique mais tempo a cuidar da vida em seus três aspectos propostos. Se você acredita não possuir tempo para todos, posso lhe garantir, não é problema de tempo e sim de prioridade. Se ainda assim você preferir se defender dizendo que lhe falta tempo para tudo, ao menos não esqueça de dedicar mais tempo ao amor.

Você precisará de muita energia para atravessar o deserto e subir a montanha. Acredite, a travessia valerá a pena, e a escalada revelará cenários inesquecíveis e reflexões fundamentais. Lembre que: Seus filhos crescem, os amigos partem, o corpo envelhece, o sexo se modifica e a oportunidade para amar, ainda que sempre exista, nunca contará com a mesma quantidade de tempo disponível. Vida é tempo! Viva a vida na plenitude, viva com energia. Cuide do corpo da mente e do espírito! 


Juline Macedo, Licenciatura em Ciências Biológicas, 5° semestre

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Diferenças entre Gripe e Resfriado

Gripe e resfriado são doenças diferentes, causadas por vírus diferentes, mas que partilham sintomas em comum, motivo pelo qual muitas pessoas acham que ambas são sinônimos. Não são, apesar de serem parecidos, gripe é gripe e resfriado é resfriado.

Vejamos as semelhanças:

- Gripe e resfriado são infecções extremamente comuns.
- Gripe e resfriado são causados por vírus.
- Gripe e resfriado podem causar sintomas respiratórios altos, como coriza, tosse e espirros.
- Gripe e resfriado apresentam forma de contágio semelhante.
- Gripe e resfriado são facilmente transmissíveis de uma pessoa para outra.


Pronto, as semelhanças param por aí. A gripe é uma infecção mais forte que o resfriado, costuma durar mais tempo e apresenta maior taxa de complicações, como pneumonia. A gripe pode ser perigosa em idosos, bebês e pessoas com imunidade baixa. O resfriado raramente causa complicações.

Como distinguir gripe de resfriado?

Espirro
Espirro: é gripe ou resfriado?
A gripe é uma infecção respiratória causada pelos vírus da família influenza. Exitem vários subtipos de Influenza, capazes de provocar quadros de gripas mais ou menos graves. O resfriado também é uma infecção respiratória viral, mas existem dezenas de vírus diferentes que podem provocar o resfriado, como Rinovírus, Adenovírus, Parainfluenza, etc. Mais à frente vamos falar mais detalhadamente sobre estes vírus.

Duas das principais diferenças entre a gripe e o resfriado são a febre e o estado geral do paciente. Enquanto o resfriado não costuma provocar febre (exceto em crianças pequenas), na gripe a febre é comum e costuma ser acima de 38ºC, principalmente nas crianças. Na gripe, o paciente apresenta-se mais prostrado, com dor de cabeça e, frequentemente, com dor nos músculos e articulações. No resfriado, o paciente tem coriza, tosse e espirros, mas encontra-se mais ou menos bem disposto, apenas incomodado com estes os sintomas.

A tabela abaixo resume as principais diferenças e semelhanças entre a gripe e o resfriado:

CaraterísticasResfriadoGripe
VírusRinovírus na maioria dos casos, mas também pode ser causado por Adenovirus, Vírus sincicial respiratório, Coronavirus, Parainfluenza, entre outros.São causados pela família do vírus Influenza.
FebrePouco comum nos adultos, mas frequente em crianças pequenas. Costuma ser baixa.Muito comum, geralmente acima de 38º. Em crianças, a febre pode passar dos 40ºC.
Dor de cabeçaRaro.Muito comum.
Dores pelo corpoRaro, quando presentes são leves.Comum e habitualmente bem incômodas.
Coriza nasalMuito comum.Pode haver ou não.
EspirrosMuito comum.Pode haver ou não.
Dor de gargantaMuito comum e surge habitualmente já no primeiro dia de doença.Pode haver ou não.
FraquezaPouco comum.Muito comum e pode durar vários dias.
TosseTosse seca leve a moderada.Comum, pode haver expectoração.
Tempo de incubação24 a 72 horas.24 a 96 horas.
Duração da doença3 a 7 dias na maioria dos casos, mas em 1/4 dos pacientes, a doença persiste por até 14 dias.2 a 5 dias, mas a tosse e o cansaço podem durar semanas para desaparecer.
Período contagiosoInicia-se 12 a 24 horas após o primeiro contato com o vírus, mas o pico ocorre entre o 2º e 4º dias de sintomas.Inicia-se 12 horas após o primeiro contato com o vírus, mas o pico ocorre entre o 1º e 6º dias de sintomas.
Abertura do quadroPiora gradual ao longo dos 2-3 primeiros dias.Início súbito, com pico dos sintomas em poucas horas.
Complicações comunsOtite média e sinusite.Otite média e pneumonia.

Baseado apenas no quadro clínico, conseguimos ter uma ideia de qual vírus estamos lidando. Por exemplo:
  • Rinovírus: é a principal causa dos resfriados comuns. É uma doença branda, que raramente causa febre nos adultos e costuma durar de 5 a 7 dias. Pode causar problemas apenas nos pacientes asmáticos por desencadear exacerbações do quadro. Existem mais de 100 sorotipos diferentes do rinovírus.
  • Coronavírus - Também causa sintomas de resfriado, além de poder causar diarreia em algumas pessoas, principalmente em pacientes imunodeprimidos. A pneumonia asiática, que recebeu bastante atenção da mídia no início da década de 2000, é causada por um sorotipo de coronavírus.
  • Parainfluenza - É causa de traqueobronquite e pneumonia, costuma ser mais grave em crianças pequenas e imunocomprometidos. No adulto causa quadro brando, semelhante a um resfriado.
  • Adenovírus - Costuma causar um quadro um pouco mais rico, com febre, faringite, rouquidão e conjuntivite. Pode ser causa de pneumonia, diarreia e meningite viral. É um vírus que provoca um resfriado um pouco mais forte.
  • Vírus sincicial respiratório - Causa um quadro mais sintomático ainda, com sinusite, otite, conjuntivite, tosse. Em idosos, crianças e imunodeficientes pode causar pneumonia e levar ao óbito. É o tipo de resfriado mais agressivo, mas costuma não causar problemas em adultos ou crianças mais velhas saudáveis.
  • Influenza - É o agente causador da gripe. Provoca uma infecção respiratória alta bastante sintomática. Pode ser causa de pneumonia viral ou facilitar o aparecimento de pneumonia bacteriana. Eventualmente, mutações nos vírus levam a grandes epidemias, como a da gripe espanhola no início do século XX, a gripe aviária e a gripe suína (gripe A do subtipo H1N1). Mesmo assim ,em adultos saudáveis, ela não provoca maiores problemas na maioria dos casos.
O quadro clínico das viroses que acometem o trato respiratório alto, seja gripe ou resfriado, é muito semelhante. Como essas infecções costumam ser autolimitadas e não requerem tratamento específico, na maioria dos casos, não faz sentido realizar exames caros e causar transtornos ao paciente somente para se saber exatamente qual é o vírus responsável. Na maioria das pessoas, a gripe e o resfriado se curam espontaneamente sem causar grandes problemas.

Sintomas do resfriado


O resfriado (chamado de constipação em Portugal) é uma infecção branda das vias aéreas. Como já explicado, pode ser causado por vários tipos de vírus, sendo o Rinovírus o mais comum. É extremamente contagioso e a transmissão é feita através de aerossóis da tosse ou espirro e pelo contato com mãos infectadas.

Os sintomas surgem de 24h a 72h após o transmissão do vírus. Costuma durar de 5 a 7 dias, porém em 25% dos casos, os sintomas persistem por até 2 semanas. A maioria das pessoas apresenta de 3 a 5 quadros de resfriado por ano.

Os sintomas mais comuns são a rinite, tosse e espirros. Pode ocorrer dor de garganta de curta duração nos primeiros dias. A tosse seca pode durar até semanas depois do fim dos sintomas. Em adultos, raramente ocorre febre.

O resfriado é contagioso durante apenas os 3 primeiros dias de sintomas.

As complicações são raras e incluem exacerbação de asma e presença de infecção bacteriana associada como sinusite.

Sintomas da gripe


A gripe é causada pelo vírus Influenza e apresenta um quadro clínico mais rico que o resfriado, com febre alta, dores pelo corpo, dor de cabeça, mal estar, perda do apetite, dor de garganta e tosse. Na gripe, os sintomas costumam aparecer subitamente ao contrário do resfriado, onde eles surgem gradualmente. A tosse e a febre são sintomas precoces.

O modo de transmissão é igual ao do resfriado. O tempo de doença costuma ser de até 2 semanas. O tempo em que o paciente mantém-se contagioso dura até 7 dias ou 24h após a resolução da febre.

A gripe também apresenta uma maior taxa de complicações, como pneumonia pelo próprio Influenza ou por bactérias oportunistas que se aproveitam do estado debilitado do paciente para atacar seus pulmões.

Postado por: Samanta Ávila Fonseca
5º semestre em Ciências Biológicas
Fonte:http://www.mdsaude.com


Pacientes sob pressão

DÉCIO MION*
Raphael Falavigna
Nos últimos anos, milhões de pessoas em todo o mundo que se consideravam saudáveis foram, de uma hora para outra, advertidas de que tinham um problema médico. Isso aconteceu sem que elas apresentassem alteração alguma em seus parâmetros clínicos. Mudaram, sim, as diretrizes para o diagnóstico de várias doenças, como a hipertensão, o diabetes e o colesterol alto, entre outras. Foram estabelecidos também novos critérios que criaram um novo tipo de paciente, o pré-doente. O argumento a favor desse tipo de diagnóstico é que as pessoas que se encontram na faixa de risco para diversas enfermidades seriam alertadas para a importância das medidas de prevenção, sobretudo no que se refere à adoção de hábitos de vida mais saudáveis.
É importante lembrar, no entanto, que o diagnóstico de pré-doença sempre tem conseqüências emocionais, familiares e financeiras para os pacientes. No caso da classificação da pré-hipertensão, esse é um fator especialmente importante. Até 1994, segundo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, considerava-se a pressão normal quando ela era abaixo de 16 por 9. Em 1998, o índice de normalidade caiu para 14 por 9. Em 2002, além da pressão normal, foi criado o patamar de pressão ótima, aquela que fica abaixo de 12 por 8. Níveis tão baixos de pressão não são fáceis de alcançar. Geralmente é necessário recorrer a medicamentos, o que, por causa dos efeitos colaterais inerentes a qualquer remédio, torna o tratamento mais arriscado. Além disso, como os médicos não estão bem treinados para fazer ajustes finos na dose dos remédios, é pequeno o número de pacientes que, apesar da terapia medicamentosa, atingem a pressão-alvo.
É difícil entender por que as autoridades médicas americanas decidiram em 2003, sem nenhuma evidência científica nova, mudar os parâmetros de normalidade da pressão arterial e apavorar milhões de pessoas. Passaram a chamar os pacientes com pressão entre 12 por 8 e 14 por 9 de "pré-hipertensos" e aqueles com pressão abaixo de 12 por 8 de "normais". Como somente metade dos pré-hipertensos irá se tornar hipertensa no futuro, esse diagnóstico pode levar uma pessoa a passar desnecessariamente pelo stress de ser rotulada como doente. Muitos pacientes ligaram desesperados porque, num dia, tinham pressão normal e, no outro, passaram a ser pré-hipertensos. Alguns simplesmente desistiram das medidas preventivas: "Não aguento mais. Tenho me esforçado tanto e agora me dizem que nada valeu a pena, que sou doente", disse um deles. O Brasil e a Europa não adotaram as diretrizes americanas. A melhor forma de convencer as pessoas da importância de adotar hábitos de vida saudáveis não é pela ameaça, e sim pelo bem-estar que essas mudanças oferecem.                                                                    *Professor livre-docente, chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e coordenador nacional da IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial
  
Postado por:Samanta Ávila Fonseca    
 5º semestre em Ciências Biológicas-Licenciatura   
Fonte:http://veja.abril.com.br



  

Alergias

                                            Algumas pessoas têm alergia ao pólen das flores
Algumas pessoas têm alergia ao pólen das flores
Alergias consistem em uma resposta exagerada do sistema imunológico a alguma alteração no ambiente, como clima, presença de poeira ou fumaça, medicamentos, cheiros fortes, picadas de insetos, estresse, ingestão de determinados alimentos, dentre outros. São o resultado de um excesso de produção (e atuação) da imunoglobulina E (IgE).

As alergias tendem a surgir na infância, mas qualquer pessoa, em qualquer idade, independente do sexo ou raça, pode desenvolvê-la: cerca de 30%. Indivíduos cujos pais possuem esse problema de saúde têm quatro vezes mais chances!

Asma, sinusite, rinite, faringite e tosses alérgicas são alguns tipos de alergia respiratória. Espirro, tosse, falta de ar, coriza ou entupimento e coceira no nariz - algumas vezes, não só nesta região, são alguns sintomas característicos deste tipo de alergia (e bastante parecidos com os de uma gripe ou resfriado). Em ambientes domésticos, os ácaros são os principais causadores dessas reações.

Há também as alergias cutâneas, como a urticária e dermatite de contato. Manchas, coceiras e outros tipos de manifestações na pele são algumas das manifestações.

Indivíduos podem ter por toda a vida apenas um tipo de alergia, podem manifestar mais alergias cutâneas em uma época e alergias respiratórias em outra; ou até mesmo ter momentos sem nenhuma delas!

Essa reação anormal do organismo, além do incômodo que causa, pode oferecer risco de vida ao portador, em caso de choque anafilático. Dificuldades de respiração e perda de consciência podem fazer com que isto ocorra, caso não seja tratado de forma imediata.

Diante disso, o alérgico deve evitar o contato com o agente desencadeante. Alimentos como leite, ovo, trigo, milho, soja, amendoim, castanha e frutos do mar, por exemplo, são os campeões entre os causadores de alergia alimentar.

É essencial buscar auxílio médico para investigar as causas das alergias e adotar medidas necessárias que garantam o bem-estar. Vale lembrar que o tratamento visa o controle dos sintomas já que, infelizmente, até hoje não se descobriu como curá-la de forma definitiva.

Graduanda: Simone Scheer, Ciências Biológicas, 5 semestre.


Doenças e patologias

As doenças são manifestações patogênicas que influenciam na nossa qualidade de vida. Dependendo de sua gravidade, podem levar à morte.

                           Todas as doenças devem ser diagnosticadas e tratadas por um profissional especializado                                                         
Todas as doenças devem ser diagnosticadas e tratadas por um profissional especializado
A palavra doença vem do termo em latim dolentia que significa “sentir ou causar dor, afligir-se, amargurar-se”. Várias são as definições para esse termo, mas especialistas consideram as doenças como manifestações patológicas que se apresentam em nosso organismo. Elas estão sempre associadas a sintomas específicos, levando o indivíduo que as apresenta a se privar de prazeres físicos, emocionais e mentais.
A OMS classifica doença como a ausência de saúde e disponibiliza para a sociedade a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, designada pela sigla CID. No CID temos acesso à classificação das doenças e à grande variedade de sinais, sintomas, aspectos normais, queixas, circunstâncias sociais e causas externas para ferimentos e doenças.
Segundo a OMS, são consideradas doenças:
Doenças infecciosas e parasitárias;
Neoplasmas (tumores);
Doenças do sangue e dos órgãos hematopoiéticos e alguns transtornos imunitários;
Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas;
Transtornos mentais e comportamentais;
Doenças do sistema nervoso;
Doenças dos olhos e anexos;
Doenças do ouvido e da apófise mastoide;
Doenças do aparelho circulatório;
Doenças do aparelho respiratório;
Doenças do aparelho digestivo;
Doenças da pele e do tecido subcutâneo;
Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo;
Doenças do aparelho geniturinário;
Gravidez, parto e puerpério;
Algumas afecções originadas no período perinatal;
Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas;
Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados;
Lesões, envenenamentos e algumas outras consequências de causas externas;
Causas externas de mobilidade e de mortalidade.
O diagnóstico e o tratamento de cada doença deverão ser feitos por um profissional especializado, e variam de pessoa para pessoa.


Graduanda: Simone Scheer, Ciências Biológicas, 5 semestre.

quarta-feira, 15 de maio de 2013



Vitamina D ajuda a emagrecer


                                

Que a vitamina D é fundamental para a saúde dos ossos e dos dentes, já se sabia. A substância também está relacionada à prevenção de várias doenças, como diabetes do tipo 1, mal de Parkinson e depressão. A essa lista, soma-se agora uma novidade: o nutriente ajuda a evitar e a combater a obesidade. Uma pesquisa recente da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com índices mais elevados de vitamina D no organismo afinam com maior facilidade, principalmente, a região abdominal.

Como o nutriente atua na perda da barriga

 1. A vitamina D promove o metabolismo da gordura, cortando a produção do hormônio da paratireoide, o que acelera a quebra da gordura pelo fígado. 

2. Depois, a vitamina D seca as gordurinhas - a substância ativa os receptores nas células adiposas, inibindo o seu crescimento. 

3. A super vitamina também reduz o apetite, pois aumenta a quantidade de leptina, hormônio que envia sinais de saciedade ao cérebro. 

4. Por fim, o nutriente ativa a força dos músculos - ele facilita a redução do excesso de gordura no tecido muscular, fator ligado ao aumento da força.

Sol na medida certa

 Apresentar níveis deficientes de vitamina D é uma realidade cada vez mais comum da vida moderna. Incluir na dieta alimentos que são fonte da substância - óleo de fígado de bacalhau, gema de ovo, produtos industrializados enriquecidos, manteiga e peixes, como salmão, sardinha, atum e cavalinha - ajuda a melhorar o quadro, mas está longe de ser suficiente. 

O mais importante, garantem os especialistas, é tomar de 15 a 20 minutinhos de sol todos os dias, antes das 10 da manhã ou após as 4 da tarde, e sem protetor solar. "Deixar uma área correspondente ao tamanho da nuca em exposição já está ótimo", garante o dermatologista Adilson Costa, de São Paulo. 

"A pele produz vitamina D numa rapidez extraordinária", conta Andréia Naves. Para ter uma ideia da eficiência dos raios ultravioleta, 15 minutos de exposição solar no verão produzem a mesma quantidade de vitamina D fornecida por 100 copos de leite. No entanto, há limitações para a conversão da supervitamina pelo sol: a idade (idosos vão perdendo a capacidade de absorvê-la), tom da pele (negros sintetizam a substância em menor escala), tipos de roupa e até mesmo os níveis de poluição da atmosfera.

Por que a vitamina D é essencial

Alimentos ricos em vitamina D

  • óleo de fígado de bacalhau
  • peixes como salmão, atum e sardinha
  • leite
  • margarina
  • ovos
  • fígado
 Além de ajudar na perda de peso, bons níveis do nutriente no organismo mantêm a saúde em dia. Confira alguns benefícios da substância: 

1. Imunidade turbinada 
A vitamina D tem o poder de estimular a atividade das células de defesa no momento em que elas precisam entrar em ação. 

2. Maior resistência a vírus De acordo com um recente estudo da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, pessoas com altos níveis de vitamina D ficam menos doentes do que as que têm índices baixos. E, quando as “vitaminadas” adoecem, se recuperam muito mais rápido. Isso porque o nutriente ordena as células brancas a fabricar um tipo de proteína que acaba com a infecção. 

3. Sem mal de Parkinson Segundo um estudo publicado em julho na revista Archives of Neurology, a vitamina D tem uma ação protetora sobre o cérebro: ela regula os níveis de cálcio, melhora o trabalho dos neurônios e desintoxica as células, diminuindo o risco de desenvolver a doença. 

4. Câncer reduzido A vitamina D tem influência em muitos dos genes responsáveis pelo crescimento e pela sobrevivência das células malignas. Ela também induz o suicídio das células cancerígenas, chamada de apoptose. Estima-se que o risco de desenvolver câncer de mama caia de 30 a 50% e o de cólon, 50%. 

5. Coração mais forte Quem tem deficiência em vitamina D, dizem os especialistas, corre um risco 80% maior de entupimento das artérias. Além disso, a substância regula mais de 200 genes e controla as contrações do músculo cardíaco. Os pesquisadores também acreditam que o nutriente esteja relacionado a uma pressão arterial saudável. 

6. Amiga da longevidade Taxas insuficientes de vitamina D aumentam o risco de morte das mais variadas causas em 26%, em comparação aos indivíduos com altos índices da molécula. 

7. Longe do diabetes Como a vitamina D estimula a produção de insulina, acredita-se que baixos níveis da substância estejam ligados ao diabetes. Uma nova pesquisa mostrou que as crianças com carência no nutriente têm uma chance 200 vezes maior de desenvolver o diabetes do tipo 1.


Graduanda: Simone Scheer, Ciências Biológicas, 5 semestre.